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sábado, 14 de novembro de 2009

Espalhaffatto Ecológico






Sol de rachar


Desde adolescente sempre fui rato de praia. Adoro o Sol. Isso já disse aqui inúmeras vezes. Porém nunca ocorreu (nem quando passava o dia inteiro na praia) de ter uma queimadura mais séria na pele. Foi exatamente o que aconteceu ontem, enquanto aguardava para resolver alguns problemas no Recreio. Bastou o tempo de espera (debaixo de uma árvore fresquinha) e pronto. Cheguei em casa parecendo um camarão. Nem acredito. Não tenho o hábito de usar protetor solar (deixa muita pele mais oleosa do que já é). Isso tudo é culpa do aquecimento global. Gente o sol vai matar. Seja pela sede, seja pela fome, seja pelo câncer de pele. E não tirem o de vocês da reta. A culta é tão somente do homem, que agora fica com cara de cachorro que caiu do caminhão de mudanças. (Estou brincandopara descontrair. Mas o caso é sério). Enquanto isso eu fico em casa, na sombra, tomando banho gelado toda hora para amenizar a queimadura nas copstas e nos braços. Coisa absurda, Ah... antes que eu esqueça. Seres da Lua... expulsem o homem daí. Depois que eles encontraram água na Lua vão querer transformá-la em colônia (como Portugal fez com o Brasil).

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Espalhaffatto Economico


Saneando as finanças

Uma das maneiras de atrair a energia do dinheiro (sim. dinheiro é uma energia e bem positiva, quando se tem nas mãos) é sanear as dívidas e ficar com a vida em dia e distante dos credores (mesmo que seja um vizinho - ou pior - um parente). Por conta disso aconselho a quem, como eu, não sabe lidar muito bem com essa coisa chamada de vil metal, a participar a participar da ExpoMoney. É uma espécie de circuito de educação financeira. Nesses tempos bicudos onde o consumo consciente é fundamental pra dormir sem riscos de pesadelos, o evento é um tremendo investimento a médio prazo.
Serão dois dias de workshop, palestras fóruns e um verdadeiro mergulho na arte de amealhar cultura financeira. Quem comparecer vai aprender até como investir na Bolsa de Balores e na Bolsa de Mercado Futuro. Para se cadastrar e participar do evento basta acessar o site http://www.expomoney.com.br/ Eu estarei lá.
A Expomoney 2009 já aconteceu em outras cidades como Vitória (ES); Recife, São Paulo, Brasília, entre outras capitais. No Rio de Janeiro será no Centro de Convenções Sulamérica.

Serviço:

Centro de Convenções Sulamérica
Endereço: Avenida Paulo de Frontim esquina com Avenida Presidente Vargas - Cidade Nova - Rio de Janeiro
Tel: (21) 3293-6700



domingo, 8 de novembro de 2009

Espalhaffatto por aí ...



Praias sem sorvete, não vale


Desde criança sempre fui rato de praia. Ironia do destino: hoje em dia moro a um pulo dela só apareço "de visita". Fato é que fosse morando no Rio de Janeiro ou em Vitória - amo a cidade onde aproveitei os melhores anos da minha vida - acostumei-me com o vai-e-vem dos vendedores ambulantes. No Rio o cara do Mate (Olha o mate, olha o Limão); Sorvete Itália (que só recentemente descobri uma lojinha legal do sorvete Itália, se não me engano no Leblon), Kibon, Yopa, Biscoito Globo e outras guloseimas que faziam a festa paraa criançada na beira da praia.
Em Vitória sorvete é picolé. Em Jacaraípe, balneáreo maravilhoso, onde além de ter passado as férias cheguei a morar, era a festa do picolé. Bons tempos.
Sim bons tempos. Porque atualmente nem no Rio, nem em Vitória os ambulantes podem oferecer seus produtos na beira da praia. Não faço aqui apologia ao ambulante, não. Se existem regras elas devem ser cumpridas (eu estou fora desse tipo de coisa. Quem gosta de regra é absorvente). As Secretarias de Ordem Pública das cidades litorâneas vão ter que começar a repensar suas estratégias para deixar as praias "habitáveis". Em Vitória (acabei de ler matéria sobre o assunto no Gazetaonline) os ambulantes só podem ficar no calçadão. Mesmo aqueles que vendem o delicioso picolé. Se é para isso padronizem quiosques ou barracas, onde os produtos possar ser comercializados. Mas pensem nos três lados da coisa: ambulantes, poder público e, é claro, o banhista. Aqui no Rio o prefeito Eduardo Paes (PMDB) optou por padronizar, proibindo a venda de alimentos feitos na hora. A Vigilância Sanitária agradece e o risco do banhista contrair doenças diminui. Só para lembrar: a praia ainda é um dos poucos espaços democráticos e de baixo custo para a população. E tenho dito.

sábado, 7 de novembro de 2009

Espalhaffatto por aí ...




Rio, 40 graus


Ha quase uma semana o Rio de Janeiro está naquela fase que costumo chamar de "Calor, louco amor". As temperaturas batem os quarenta graus à sombra como se estivessemos no Deserto do Saara. Definitivamente não dá para decidir: a chuva me desagrada. É boa só para dormir). O sol me ilumina. Queima até os meus maus pensamentos. E eles não são poucos. Da janela do quarto dá para ver o mar... azulllllllllllllllllll até o fim. Mas na rua o calor está insuportável. Só sombra e água muito fresca para aguentar.

Espalhaffatto por aí ...


Amigos insinceros são piores que sinceros inimigos

A frase acima foi escrita numa foto antiga de trinta anos atrás. De autoria de um jovem e promissor futuro jornalista em Vitória, onde na época eu residia. Trinta anos depois reencontro ele - agora professor de Ingles e fotógrafo. Melhor - reencontro a irmã dele, Viviane - minha melhor amiga que o destino me tirou de perto. Santa Internet que, se usada para o bem, aproxima. Reencontrei VIviane e jé batemos longos papos virtuais. Vê se perderiamos a oportunidade.... E fizemos exatamente como estávamos acostumadas naquela doce época.
As palavras de Robson nunca foram esquecidas por mim. Infelizmente não foram poucas as pessoas que eu pude enquadrar no que ele disse. Preciso ir à Vitória urgente reatar laços que jamais deveriam ter sido afrouxados. Ainda bem que existe a grande rede.
Vou procurar as fotos deles. Estão num álbum que ainda tenho guardado. Essas são as verdeiras "marcas profundas de antigos pecados".

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Espalhaffatto por aí ...



Eu e os livros ou Nelson Rodrigues na minha vida, como queiram


Deus só dá nozes a quem não tem dentes. Esse é um daqueles ditados da vovó que nunca devem ser esquecidos. Ao rever algumas situações na minha vida lembro que eu poderia ter seguido qualquer outra profissão. Algo assim que não me forçasse muito a pouca a visão que sempre tive. Entretanto, aprendi a gostar dos livros lendo as obras de Monteiro Lobato. Resultado: Sou fã de carteirinha da Emília. A coisa não pára por aí. Aos 15 para 16 anos coloquei as mãos num livro de Nelson Rodrigues - o anjo pronográfico que permearia meu curso de Comunicação Social e estaria quase sempre na minha vida. A primeira obra do teatrólogo, jornalista e escritor a que tive acesso foi nada menos do que "O Casamento". Santo Robson, amigo de longa data que me emprestou o livro. O mais engraçado dessa história é que eu nem me lembrei dessa passagem para colocá-la no texto da minha monografia de fim de curso. Adivinhem o tema: A importãncia de Mário Filho no jornalismo esportivo. Detalhe cheguei ao idealizador do Maracanã através da biografia de seu irmão, Nelson Rodrigues. E fiu até o autor de "Vestido de Noiva" porque em determinado momento da minha vida " O Casamento" apareceu na minha vida. Um outro detalhe. As crônicas de "A vida como ela é" e o enredo de "Bonitinha, mas ordinária" também ajudaram nesse caldo Rodrigueano.

Espalhaffatto por aí ...




Marcas profundas de antigos pecados


Quem me vê usando e abusando da expressão acima ("Marcas profundas de antigos pecados") nem se dá conta de que não sou eu a autora dessa "perola" apenas apropriei-me dela toda vez que quero falar de algo que está muito bem guardado no meu coração. A frase foi "surrupiada" do título de um dos capítulos do livro "Os Elefantes não Esquecem", da dama do mistério Agatha Christie. Para variar faço esse "embrometion" para não ir direto ao ponto. Depois de anos sem saber notícias - desde os 16 anos - volto a ter contato (mesmo que pela Internet) com amigos muito preciosos na minha vida. Dizem que a gente não deve se arrepender de nada na vida. Aliás eu opto por essa teoria. Não gosto de me arrepender de nada do que fiz (apenas do que deixei de fazer). Hoje ao travar contato com o irmão da minha melhor amiga na época em que morei em Vitória chego a conclusão de que deixei de fazer coisas importantes. Deixa prá lá. Ninguém vai acreditar se eu disser que os elefantes não esquecem jamais e que normalmente eles deixam marcas profundas de antigos pecados.